A imensa e esmagadora maioria das empresas brasileiras perdem potencial de desenvolvimento e produtividade devido à desvalorização humana que geram desânimo, mágoas, ressentimentos e falta de entusiasmo pelo trabalho. E ainda existe o problema de que essa desvalorização gera um efeito cascata que afeta as organizações, tanto no alto escalão, dirigentes , gerentes ou no corpo funcional como um todo. A significativa falta de felicidade cria um verdadeiro círculo vicioso que prejudica a todos sem distinção. A infelicidade acarreta em perda substancial de lucros e queda expressiva no alcance de resultados.
As organizações e empresas do século XXI tem que se conscientizar que o capital humano é o principal diferencial e que a qualidade de vida no trabalho está intimamente ligada aos resultados. A felicidade passou a fazer parte do escopo corporativo, mas carece ainda de indentificação, desenvolvimento e investimento.
“Toc Toc!!! - Ouve – se um som da porta
A empresa pegunta: Quem é?
Sou eu, posso entrar?, responde a felicidade”.




















